domingo, 13 de novembro de 2011

CONTRA OU FAVOR DA INVASÃO DA USP

Depois de retirar os alunos por ordem da Justiça de dentro do prédio da reitoria da USP (Universidade de São Paulo), zona oeste de SP, a polícia encontrou um cenário de destruição e caos no local na manhã desta terça-feira. A reportagem do R7 encontrou cadeiras reviradas, colchões e barracas espalhados, paredes pichadas com frases contra a polícia militar, além de sujeira, restos de comida, garrafas de bebidas alcoólicas. PM encontrou também sete bombas caseiras, chamadas de coquetel molotov, além de fogos sinalizadores em uma sala. O prédio, que estava ocupado por estudantes desde a quarta-feira (2), foi liberado por volta das 7h20. De acordo com a coronel Maria Aparecida Carvalho Yamamoto, responsável pela área de comunicação da PM, os imóvel foi bastante danificado. Veja o estado da reitoria após ocupação - O prédio está bastante pichado, com muitos móveis quebrados, caixas eletrônicos e computadores danificados. De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, os prejuízos estavam sendo contabilizados pela Polícia Científica, por volta das 11h50. Membros da reitoria e do jurídico da USP faziam parte da vistoria da polícia. O balanço final com os danos ao prédio deve ser divulgado no final desta tarde. O diretor do Sintusp (sindicato dos funcionários da USP), Marcelo Pablito, “muitas coisas podem ter sido feitas pela PM”. Ele também criticou não haver nenhum aluno ou funcionário, membros da comissão de negociação na vistoria. - Isso mostra que eles mais uma vez que eles querem reprimir e punir os estudantes. Não tinha nada depredado. Segundo Pablito, nesta segunda-feira (7), uma comissão de mães de alunos passou pela reitoria e verificou que não havia nada quebrado. Mas, segundo ele, cometeu o “erro de não filmar”.

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